
s/título; acrílico e tinta da china s/tela; 2008; 100x100 cm
Deveria pedir para respirar? Ou será que o mais natural em nós se torna tão supérfluo.
Desperto o primeiro significado que há em mim e devolvo-o aos que por ele se possam interessar. Assiste-me uma vontade de transformação equilibrada com a única querença que se pode demonstrar como autêntica, no princípio básico da existência.
Porque são as tardes portadoras de nostalgia?
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