quinta-feira, 6 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

posso despir o domingo deixando-lhe a tarde

Estou entre mim e a sombra da solidão. Tenho à minha porta destinos de púrpura e ouro. Abstenho-me de lançar significados no teu corpo e substituo o termo ausência por amanhecer. Os espelhos de água reflectem os meus sentimentos mais inocentes e ao cimo dos dias soltam-se em ondulações de esvanecer. Devo escrever coração para lá do crepúsculo e afagar o sono de uma vida.

o caderno





sexta-feira, 30 de abril de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

por te ter lido hoje, sinto-te

Como as manhãs nos lembram a respiração e as ausências nocturnas são desenhos de sombras. Queria ter na memória da minha infância soldados de chumbo envoltos em timidez. Saber que os barcos de papel são propriedade da leveza e que a lua pertence ao brilho, deixa-nos tão sós. Parece que na primavera as nossas palavras são provocações e os gritos alívio. Sigo a corrente do teu rio, para o íntimo da tua figura.

sexta-feira, 16 de abril de 2010



Para quem viaja no metro em Lisboa, poderá cruzar com um bilhete destes e de outros artistas. Para saber mais, www.proximaparagemcultura.com

quarta-feira, 14 de abril de 2010

porque se pode sorrir ao entardecer

Como se respira a hora de um devaneio, sobrevoando as primeiras letras do nosso nome. Aos meus dias revelo as guaridas dos verbos e peço ternura nas tempestades que asilo. Seria sempre tão útil que as manhãs nos acolhessem de forma ditosa, para as invadirmos em pleno. Repito continuamente a força de um sonho e cesso a minha vontade num mergulho solitário.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Moçambique é outro ritmo



um espaço comum...



grande festa...



viajem de "chapa".